terça-feira, 25 de novembro de 2014

Aproveitando a Carne Moída

Sabe aquela carne moída que sobrou do cachorro-quente de aniversário infantil? Ou da macarronada do almoço? Pois é....sempre sobra, né?
 
Então vamos aproveitar e fazer um pratinho diferente????

Reciclar não tá na moda??? Então vamos reciclar a carne moída...kkkk.

Passo 1 – dar um “up” na carne moída....melhorando o temperinho, acrescentando uma cebolinha ralada, um alhinho amassado.

Passo 2 – colocar a carne moída num refratário que possa ir ao forno.

Passo 3 – preparar um purê de batatas no capricho (acrescentando um pouco de requeijão para dar deixá-lo mais cremoso).

Passo 4 – colocar o purê de batatas por cima da carne moída.

Passo 5 – cobrir com fatias de queijo mussarela e salpicar com queijo ralado.

Passo 6 – levar ao forno pré-aquecido para gratinar.

Passo 7 – servir com arroz branco e batata palha.

 
Tá pronto o almoço/jantar: prático, simples e saboroso.

Espero que gostem da dica.

Cheiros.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Cusco: Plaza de Armas e outras atrações

Cusco (“Qosqo”, em quichua, significa “umbigo do mundo”) é uma cidade de +/- 350.000 habitantes, no Vale Sagrado dos Incas, na região dos Andes, com 3.400 m de altitude. Sua economia gira em torno do turismo, sendo a porta de entrada para os turistas que pretendem visitar Machu Picchu (que é o local turístico mais visitado no Peru).


Sua fundação remota ao século XI ou XII, com a criação do Império Inca, quando tornou-se sua capital, tendo sido construída no formato de um Puma, com a praça central Haucaypata (atual Plaza de Armas) na posição que ocuparia o peito do animal, e a cabeça estaria localizada na colina onde está a fortaleza de Sacsayhuaman
Em 1526, os conquistadores espanhóis, liderados por Francisco Pizarro e seus irmãos, chegam às terras incas, e ao constatarem que eram terras ricas – com muito ouro e prata – voltam a Espanha para conseguir a aprovação para conquistar a região e transformá-la em vice-reinado. Francisco Pizarro retorna ao Peru, em 1532, no auge de uma guerra civil entre dois irmãos incas pelo poder, facilitando sua dominação.

Mesmo com menor número de soldados, apesar da sua superioridade tecnológica e tática, os espanhóis matam os dois irmãos Incas, garantindo a dominação deste império, destruindo e saqueando a cidade. Ainda é possível ver a diferença entre a construção inca (base dos edifícios) e a construção espanhola por cima. Inclusive, no grande terremoto de 1650, que devastou a região, a base inca manteve-se de pé, enquanto as construções espanholas vieram abaixo. Isto apenas demonstra a qualidade e técnicas utilizadas pelos Incas nas suas construções.

Por sua antiguidade e importância histórica, o centro da cidade e arredores conservam muitos edifícios, praças, ruas e templos de épocas anteriores a colonização espanhola, assim como construções coloniais.

Bem interessante as plaquinhas de identificação das ruas e praças do centro de Cusco. A flor Kantuta (típica do altiplano andino nas cores amarela, rosa e lilás) é considerada a flor nacional do Peru.


Aproveitei que o city tour que tinha comprado (leia aqui) era a tarde, e a manhã estava livre, fui logo trocar dinheiro numa casa de câmbio na Avenida El Sol, próximo à Plaza de Armas, e dar uma passadinha num supermercado para comprar água e lanchinhos rápidos (biscoitinhos, barrinha de cereal e balas de coca). Questões de ordem prática resolvidas...kkkk....aproveitei para  “turistar”.

Plaza de Armas – era o centro da cidade de Cusco na época Inca e foi o local onde o colonizador espanhol Francisco Pizarro declarou a conquista da cidade. Consiste numa praça rodeada de construções no estilo colonial espanhol, com balcões/varandas que formam uma passagem coberta sobre a rua. No centro da praça há uma fonte com uma estátua enorme do Inca Pachacutéc (mais importante dos governantes cusquenhos e fundador do império Inca, além de ser considerado um visionário, grande político e guerreiro feroz). Tudo gira em torno desta praça – principais pontos turísticos, restaurantes, lojas, serviços, etc (e por isso, é uma área muito bem iluminada, limpa e protegida por policiais). Sentar num dos banquinhos da praça ou nas escadarias da Catedral de Cusco (em frente à praça) e ficar observando os detalhes das construções ao redor e das pessoas que passam já é um atrativo turístico (isso se os vendedores de lembrancinhas/souvenirs deixarem – há muita abordagem para comprar os diversos produtos, mas nada agressivo, pelo contrário, são muito simpáticos e educados, apenas muito insistentes. Comprei algumas lembrancinhas apenas para pararem de insistir e poder voltar a olhar ao redor).
Visão da praça
Prédios em torno da praça
Monumento em homenagem a Pachacutéc no centro da praça
Policiamento sempre presente em torno da praça
Praça ao anoitecer
Museu Histórico Regional de Cusco – o museu funciona na casa onde morou Garcilaso de la Vega, famoso escritor mestiço, da época inicial da colonização espanhola, em torno de 1550/1560. O museu conserva móveis e objetos utilizados por ele, além de uma coleção de objetos pré-incaicos e incaicos, organizados de forma cronológica, que transforma a visita numa reconstrução histórica do período e da cultura local. Também é possível admirar um vasto acervo de quadros e esculturas do período colonial. O museu é muito organizado e completo, vale demais a visita com calma. Não é possível fotografar/filmar seu interior (apenas o pátio interno). Se conseguir fazer a visita guiada com um funcionário do museu é ainda melhor, pois ele vai explicando tudo bem direitinho e de forma interessante (tem horários para estas visitas, sem custo adicional). Acho que, se fizer esta visita, pode dispensar o Museu Inka.
Faz parte do Boleto Turístico (explico melhor oBoleto Turístico aqui).
Fachada do Museu
Recepcionista do museu em trajes típicos
Igreja da Companhia de Jesus – igreja construída pelos jesuítas em 1571, em estilo barroco, com um impressionante altar esculpido em madeira e revestido em ouro, além de lindos quadros que adornam as paredes laterais. Bem menor que a Catedral de Cusco, porém vale a pena visitar com calma, para apreciar todos os detalhes e belezas. Aqui também não é possível fotografar/filmar seu interior (questão de segurança e preservação). Dentro da igreja existem guias que oferecem seus serviços para contar a história e curiosidades da igreja. Não contratei a guia, por conta do pouco tempo que tinha disponível para visitar a igreja, mas confesso que me arrependi, pois a igreja é muito bonita e merece ser visitada ouvindo sua história.
O ingresso custa 10 soles.
Monastério de Santa Catalina de Sena – na época dos Incas este local, chamado de Templo das Virgens do Sol, era utilizado como lar para jovens, escolhidas por sua beleza e inteligência, para serem esposas do Deus Sol e outros deuses cultuados pelos Incas, tendo que permanecer virgens até sua morte e praticamente sem contato com o mundo exterior. Sua função era tecer tecidos finos para a nobreza e preparar as bebidas das cerimônias Incas (fala-se que existiam 3.000 virgens neste local quando os espanhóis chegaram a Cusco). Sobre suas ruínas, foi fundado em 1601, o Convento de Santa Catalina de Sena, por Dona Isabel Rivera de Padilla – em homenagem a Catalina Benincasa (1347 a 1380), rica jovem italiana que virou freira contra a vontade dos pais, e tornou-se conhecida pelos cuidados com os doentes do tempo da peste, sendo canonizada em 1461 pelo Papa Pio II. Atualmente, o convento abriga 13 freiras, em regime de clausura, tendo sido convertido, em 1975, em museu de arte sacra, com peças barrocas, esculturas e quadros. As instalações que eram utilizadas pelas freiras foram mantidas na sua forma original, inclusive com algumas bonecas, que simulam a rotina do local, como cozinha, área de refeições e quartos. Aqui também não é possível fotografar/filmar seu interior (questão de segurança e preservação.
O ingresso custa 10 soles.
Entrada do Convento
Pedra de 12 Ângulos – descobri por acaso...kkkk...estava passando na rua e vi aquele “monte de japa” em fila para tirar foto numa parede de pedras. Parei  perguntei o que era e me explicaram que era a famosa Pedra de 12 ângulos....imagine minha cara!!!! Hã???? kkkkkk......A pedra fica numa parede da Calle Hatunrumiyoc, continuação da Calle Triunfo, rua lateral da Catedral de Cusco. Todo mundo dá uma paradinha para apreciar e contar os ângulos (diga-se de passagem, eu precisei contar duas vezes para ter certeza que eram 12 ângulos...kkkk....atrapalhando a fila “dos japas”...e ainda pedi para tirarem uma foto minha - aí eles adoraram....adoram fotos, né?). Em alguns horários, tem um homem caracterizado de Inca para fotos (lembrar de dar a “propina” – que é a gorjeta pela foto).

Mostrando os 12 ângulos
Museu Inka – museu arqueológico, que pertence a Universidade Nacional de San Antonio Abad del Cusco, com grande acervo da cultura  Inca - objetos, cerâmicas, móveis, jóias e múmias (dando uma noção de como os corpos eram embalsamados e enterrados). Achei o museu com aspecto de abandono e com muita poeira. Como já tinha visitado o Museu Histórico Regional de Cusco, não achei muita graça neste aqui. Valeu apenas pelas múmias.

O ingresso custa 10 soles.


Pátio Interno do Museu (construção estilo colonial espanhola)

Senhora em trajes típicos num tear manual no Pátio Interno do Museu
E a manhã acabou.

Aproveitei para almoçar no restaurante Don Tomás, bem pertinho da Plaza de Armas, com cardápio variado e comida gostosa. Gostoso mesmo é o pedaço de milho de entrada.


Depois voltei para o hotel para aguardar a agência que iria me levar para o city tour. Leia no próximo post.

Cheiros.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Campanha Outubro Rosa

O Outubro Rosa é uma campanha para disseminar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, segundo tipo mais freqüente de câncer e com elevado índice de mortalidade. Quem conhece alguém que passou por esta experiência, sabe o quanto é sofrido e traumatizante.
 
O símbolo desta campanha é o lacinho cor de rosa, e é mundialmente utilizado na luta contra este tipo de câncer.
O movimento nasceu em 1990, durante a primeira Corrida pela Cura, na cidade de Nova York, e, em 2010, o Brasil, através do Instituto Nacional do Câncer (Inca), passou a integrar esta mobilização.
 
Muitos prédios aqui no Recife se vestiram de rosa, neste mês de Outubro, aderindo à esta iniciativa tão importante e necessária, pois conhecimento é o pontapé inicial para a cura. 
Antena da Globo Nordeste

Assembleia Legislativa de Pernambuco
A empresa onde trabalho distribuiu lacinhos rosa para todos os funcionários e iluminou sua fachada. Ficou legal, né?

Cheiros.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Soroche – ou mal da altitude

Esta era uma questão que me preocupava bastante, pois estava viajando sozinha, sem falar espanhol e tinha medo de passar mal.

Li muitos relatos, em blogs, sobre pessoas que tinham visitado a região, para saber como lidar com o problema, quais os sintomas mais comuns e o que fazer.

O soroche ou mal da atitude é uma adaptação do nosso organismo a altas altitudes. De forma bem “rasteira” (até porque não sou da área de saúde), nosso organismo necessita de uma quantidade de oxigênio, presente na corrente sanguínea, para sobreviver. Este oxigênio entra através da respiração e em locais mais altos, a pressão atmosférica diminui e o ar é mais rarefeito, ou seja, tem menos oxigênio que as regiões no nível do mar. Portanto o organismo tem que se adaptar a essa nova quantidade de oxigênio, bem menor ao que estamos acostumados, e, em alguns casos, reagem com alguns sintomas (vômito, diarréia, dores abdominais, falta de ar, tonteira, cansaço, etc): o soroche.

Os cuidados que devemos ter:
  • Evitar esforço físico logo que chegar à cidade, ou seja, ir direto para o hotel/pousada/albergue e descansar/dormir algumas horas, para que o corpo se adapte às novas condições;
  • Tomar chá de coca e/ou mascar as folhas da coca (não é para engolir as folhas, apenas mastigar, deixar um pouquinho debaixo da língua e depois jogar fora). Em vários locais são disponibilizados ou vendidos chá de coca (hoteis, lojas, restaurantes, barraquinhas na rua, etc) e vendedores ambulantes oferecem saquinhos com folhas de coca no meio da rua e na entrada das atrações, por 2/3 soles, além das balas chamadas “caramelos de coca”. Sempre que possível, tomar uma xícara deste chá, até mesmo após as refeições, pois também ajuda na digestão.
  • Beber bastante água...sempre....se está acostumado a beber 2 litros de água por dia, beber 4 litros. Em altitudes elevadas a desidratação ocorre com maior facilidade.......Ter sempre na mochila garrafinhas de água.
  • Evitar, pelo menos nos primeiros dias, bebidas alcoólicas, pois o álcool desidrata o organismo e com altitudes elevadas a desidratação ocorre mais rapidamente.
  • Alimentar-se pouco e de forma leve, pelo menos nos primeiros dias, pois em altitudes elevadas a digestão fica muito lenta.
Se mesmo tomando estes cuidados, ainda sentir desconforto com a altitude, vi várias propagandas no aeroporto de Lima e nas ruas de Cusco, sobre um remédio chamado “Sorojchi pills”, vendido nas farmácias, que ajuda a reduzir os efeitos do soroche, além do “Oxishot” que é um spray de oxigênio, vendido nas farmácias e também no aeroporto em Cusco, para ajudar em casos de falta de ar.

 
Minha experiência: já desci do avião devagar e segurando no corrimão da escada (kkkk)......respirando....kkkkk (pense num medo). Ao chegar ao hotel, me ofereceram uma xícara de chá de coca (tomei duas...kkkk) e ainda levei umas folhinhas para o quarto, fui deitar e dormi algumas horas. A noite jantei apenas um sanduíche leve e mais chá de coca, além de beber bastante água.

E fiz isto nos dias seguintes: chá de coca, mascar folhas de coca (também comprei umas balas de coca, bem docinhas, e chupava várias ao dia), alimentação leve, nada de bebida alcoólica e muita água.
Chá de Coca
Balinhas de Coca - "Caramelos de Coca"
Não sei se meu organismo adaptou-se rápido ou foi resultado dos cuidados acima, mas não senti nada.....(tá bom vai, senti uma coisinha sim...kkkkk). Quando subia escadas ou ladeiras, ficava um pouco ofegante, porém nada de extraordinário. Sabe quando se está fora de forma e acima do peso e a gente sobe um lance de escadas no nosso prédio ou no nosso trabalho e fica um pouco ofegante?...Pois é, mesma sensação. Também senti, umas duas vezes, um começo de dor de cabeça que rapidamente passou com um chazinho de coca/mascar uma folhinha de coca. Ou seja, o segredo é o “bendito chá de coca”, que por sinal não é ruim, mesmo sem açúcar: lembra o gosto do nosso chimarrão.

Nada de tontura, dores de cabeça, vômito, diarréia, falta de ar...Graças a Deus.

Portanto não custa reforçar: chá de coca e muita, muita água.

Cabe salientar, também, que a cidade está preparada e acostumada com o efeito do soroche nos turistas, tanto é que no hotel e nos microônibus dos passeios tem balão de oxigênio, caso seja necessário. Presenciei uma jovem passar mal durante o show de música e danças típicas e levarem ela para uma salinha a parte, para respirar um pouquinho no balão de oxigênio e cheirar um chumaço de algodão com álcool (acho que a pressão dela caiu). Isso tudo sem alarde ou confusão, de forma bem tranquila.

Espero que meus comentários sejam úteis.


Cheiros

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Hoteis em Cusco e Águas Calientes

Em Cusco, fiquei hospedada no Don Bosco Cusco, na Av. Teodoro Huaylupo, 104, esquina com o Colégio Salesiano, no alto de uma ladeirinha “básica”, a 400 m da Plaza de Armas.

O hotel é simples, com decoração simples e bem colorida – típica do Peru, quartos grandes, com aquecedor, ar condicionado, TV com canais por assinatura (inclusive a Globo Internacional) e internet wifi gratuita, porém não há frigobar. O banheiro é pequeno, mas funcional, inclusive com água quente no chuveiro funcionando direitinho e aquelas amenidades (shampoo, condicionador e sabonetinho). O café da manhã é bem basiquinho e sem grandes opções (poderia ser melhor) e também não oferece serviço de quarto (tipo uma sopinha, sanduichinho, batatinha frita, etc), mas tem água, refrigerantes e gatorade para vender na recepção.

Destaque para os funcionários que foram super simpáticos e atenciosos e se esforçaram para me entender (já que não falo espanhol).

 

 

Corredor dos quartos

Recepção

Área do Café da Manhã


Como o hotel fica numa parte alta da cidade, é possível ter uma visão panorâmica de Cusco, inclusive com uma vista bem legal da Plaza de Armas.
Plaza de Armas - no alto à direita é possível ver o hotel

Vista do quarto do hotel - Plaza de Armas e Igreja Companhia de Jesus
Os pontos negativos foram: o café da manhã bem simples, os quartos ficarem no segundo e terceiro pavimento, sem elevador, o que cansa um pouco para subir as escadas (por conta da altitude), o piso ser de assoalhos de madeira que range e faz barulho (apesar de ser charmoso), o que incomoda quando os vizinhos de quarto chegam tarde ou gostam de ficar andando dentro do quarto.
A ladeira, onde o hotel está, não é muito íngreme e a distância é pequena – apenas 400 m da Plaza de Armas – mas por conta da altitude, se transforma numa “maratona”, cansa mesmo. E lembrar que quando chegar no hotel ainda tem que subir alguns lances de escada.
Uma coisa legal é que tem uma mesinha na recepção e no salão do café da manhã com chá de coca e folhas de coca para os hóspedes se servirem a vontade, a qualquer hora, sem custo. Também vi que tinha um equipamento de oxigênio na recepção, caso algum hóspede se sinta mal por conta da altitude (falo um pouquinho sobre o soroche ou mal da atitude aqui).

No geral, atendeu às minhas necessidades, já que passei o dia inteiro passeando, mas acho que um hotel localizado mais próximo à Plaza de Armas, seria mais adequado e prático.

Em Águas Calientes fiquei no hotel Inka Town, na Calle Wiñaywayna C-12 – Urb. Las Orquideas, bem ao lado da estação de trem.

O hotel também é bem simples e mais básico que o de Cusco, porém aqui a intenção era apenas pernoitar, então me preocupei apenas com a limpeza, localização (para ficar próximo ao ponto de ônibus para Machu Picchu) e segurança.

O quarto é bem pequeno e simples, porém com aquecedor, ar condicionado, tv e internet wifi gratuita, porém sem frigobar. Os quartos ficam no segundo e terceiro pavimentos e lá vamos nós novamente de escada....kkkkkk. O café da manhã era bem simples e sem muita variedade.

Um ponto muito positivo é que pode-se deixar as mochilas, sacolas, bagagens, comprinhas, na recepção, devidamente identificadas e guardadas, para subir a Machu Picchu e pegar apenas na volta. Além de poder ficar na recepção e usar o banheiro enquanto aguarda o horário do trem de volta para Cusco.

O grande inconveniente, na verdade, é ficar ao lado da estação de trem, pois o barulho dos trens chegando e saindo incomodou sim – principalmente o último trem da noite.

O que não faltam são opções de hotéis/pousadas/albergues em Cusco e Águas Calientes, para todos os gostos e bolsos.
Recepção

Área do Café da Manhã














Cheiros.