quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Hoteis na Italia

As opções de hoteis na Itália é coisa de louco.....escolher um deles então......pense numa tarefa difícil...kkkk. Para me ajudar nesta escolha, recorri a amigos que tinham viajado recentemente para a Itália e pedi indicações. Terminei não ficando em nenhum dos hotéis indicados por eles, mas me ajudaram bastante na escolha da localização e estilo de hotel.

Nossas bases de hospedagem foram Veneza, Florença e Roma, então vou falar um pouquinho do local onde ficamos, os pontos positivos e negativos (já peço desculpas pois não tirei fotos dos hoteis de Veneza e Florença, apenas de Roma.....sorry....).

Todas as reservas foram feitas pelo Booking e não tivemos o menor problema: quando chegamos nossas reservas estavam em ordem e os valores pagos foram os valores acertados no site. Na Itália tem taxa de turismo e é obrigatória, então tem que pagar um valor por pessoa, por dia de hospedagem (que varia de cidade para cidade e do padrão de hospedagem). Essa informação não consta no site do Booking...então separe uma graninha para esta finalidade (por exemplo, pagamos 3,50 euros por dia por pessoa em Veneza, 3,00 euros por dia por pessoa em Florença e 3,50 euros por dia por pessoa em Roma).

Em Veneza ficamos no Hotel Guerrini, bem pertinho da estação de trem Veneza Santa Lucia, na Calle de la Procuratie, 265. O hotel é bem simples, de administração familiar, com café da manhã incluso e wifi gratuito. As instalações, apesar de simples e antigas, eram limpas e confortáveis. O quarto não era muito grande, e o recepcionista até ofereceu outro quarto no prédio da frente, mas não quisemos, pois era em outro prédio e teríamos que pedir para abrir quando chegássemos da rua e também entrar e sair para o café da manhã. Isso é bem comum em Veneza: a recepção ser num local e os quartos em outro (em prédios diferentes).

Perto do hotel tinha várias opções de restaurantes, mini supermercado, lojas de souvenirs, e o mais importante: um ponto do vaporetti (Ferrovia).

Os pontos negativos: não tem elevador, então tem que subir as escadas carregando as malas; café da manhã com poucas opções (apenas o basicão)...se bem que é uma regra geral na Itália, né?; o box do banheiro que é minúsculo...mal cabe uma pessoa dentro...se for grande e acima do peso....fica metade de fora; e o sinal da internet que era muito fraco no quarto, funcionava bem apenas na recepção.

A grande vantagem realmente é a localização.....1 km da Piazzale Roma e 500 metros da estação de trem. Super fácil de chegar, sem precisar andar muito com as malas, nem atravessar pontes/escadas. Fica num beco à esquerda na Lista di Spagna (rua que passa na frente da estação de trem). Demos uma olhadinha do Street View do Google Maps e não tivemos a menor dificuldade em achar.
Entrada do beco onde fica o hotel
Só tinha essa foto...sorry...kkk
Os preços....aí é outro departamento....kkkk....Veneza é muito cara...tudo é caro: comida, água, ir ao banheiro, ingressos, souvenirs, hospedagem.....então vale pesquisar bastante e quanto antes fizer a reserva, melhor é o preço.

Ficaria novamente neste hotel, pelo custo/benefício. Só iria procurar outra opção se a grana estiver sobrando....kkkk.

Em Florença ficamos no Hotel Benvenuti, relativamente perto da estação de trem Santa Maria Novella (2 km) e das principais atrações turísticas. O hotel funciona no segundo andar de um edifício comercial, na Via Camillo Cavour, 112, porém tem elevador (desses antigos e bem apertadinho). As instalações são simples, porém limpas, espaçosas e confortáveis. A decoração é meio brega e escura, mas nada que atrapalhe...kkkkk. O café da manhã está incluso e o wifi gratuito.

Perto do hotel tinha algumas opções de restaurantes, não muitas, e de estilo tradicional (sem muitos turistas). A rua a noite ficava esquisita, por ser pouco movimentada, mas andamos bastante a noite e não vimos nem tivemos nenhum problema. A internet funcionou bem no quarto e o café da manhã apesar de simples, teve o melhor cappuccino da viagem.

Também demos uma olhadinha do Street View do Google Maps e não tivemos a menor dificuldade em achar o hotel a partir da estação de trem.

Apesar de não ser muito perto da estação de trem – 2 km de caminhada puxando a mala é cansativo – era bem central para as principais atrações turísticas, então acho que valeu a pena sim. A região em volta da estação de trem é bem “muvucada” durante o dia, então se quiser algo mais tranquilo, tem que ser mais distante.

Ficaria novamente neste hotel, se não conseguisse algo melhor por um preço justo. Não tivemos nenhum problema aqui, mas procuraria uma opção mais charmosa....kkkk.

Já em Roma, ficamos no Residenza Rioni Guesthouse....simplesmente fantástico. Aqui recomendo de olhos fechados. O Rioni funciona no segundo andar de um edifício residencial, porém com elevador (desses antigos e bem apertadinho), na Viale Giulio Cesare, 47, a poucos passos da estação de metro Lepanto. Também é bem pertinho do Vaticano – 1,3 km – e dá para ir andando, se quiser, para muitas atrações turísticas.

Também demos uma olhadinha do Street View do Google Maps e não tivemos a menor dificuldade em achar o hotel, até mesmo porque era na saída do metro.

Funciona como um “bed & breakfast”, com decoração moderna e clean, quarto e banheiro modernos e confortáveis. O café da manhã é incluso e o wifi gratuito (sinal bom). Um casal de filipinos (funcionários) administra o local e são super simpáticos e atenciosos (principalmente a moça – Ivel). Como a recepção não funciona 24 horas, recebemos as chaves da porta de entrada do edifício e da Residenza, o que nos deu total liberdade de entrar e sair a qualquer hora. O café da manhã era entregue no quarto, com as opções e no horário combinado no check in. Essas opções e o horário poderiam ser alterados, desde que avisado na véspera. As opções eram limitadas (bebida quente, suco, fruta, cereal, leite, pão e requeijão), mas atendeu nossas necessidades.

Sem dúvida alguma, ficaria novamente aqui: pela localização, pelo conforto e pelo atendimento. Foi a melhor hospedagem desta viagem....vejam as fotos.


Fachada do prédio onde fica o Rioni




Bandeja com café da manhã
No próximo post, contarei como foi conhecer Veneza.

Cheiros.

terça-feira, 21 de julho de 2015

VIAJANDO DE TREM NA ITÁLIA

Muito interessante o sistema de transporte ferroviário na Itália...e pelo que li...na Europa como um todo. Realmente não é necessário alugar carro para conhecer a Itália...o trem atende perfeitamente as necessidades dos turistas e da população em geral (a não ser que queira fazer um roteiro mais pelo interior, para conhecer as pequenas cidades da Toscana...aí sim, o carro é essencial...diga-se de passagem que este roteiro já entrou na minha lista de “eu quero”...kkk).

Existem duas empresas de trem na Itália, a estatal Trenitalia (www.trenitalia.it) e sua concorrente, Italo (www.italotreno.it). A Italo só faz o percurso entre grandes cidades e com poucas opções de horário. A Trenitalia atende toda a Itália e foi nos trens dela que viajamos (até consultei as opções da Italo de Florença para Roma, mas só tinha duas opções diárias, no final da tarde, pelo mesmo valor da Trenitalia).

Não posso comentar/avaliar os trens da Italo, mas dava para ver que eram novos (até porque esta empresa começou a operar em abril de 2012). Ao contrário da Trenitalia, cujos trens, na sua maioria, eram velhos, porém bem conservados e limpos.




Os trens de alta velocidade são chamados de “Freece” e possuem assento marcado. Se comprar com antecedência, pela internet, fica mais barato do que comprar na hora (quanto mais cedo comprar, mais barato fica – igual passagem de avião). Porém o bilhete/passagem também pode ser comprado na hora, em máquinas espalhadas pela estação de trem ou na bilheteria.
Trem de alta velocidade tipo Freece - de Florença para Roma

Interior do trem de alta velocidade
Os trens regionais, chamados de “Regionale” (com muitas paradas no percurso) e “Veloce” (com menos paradas no percurso e, consequentemente, mais rápido) não tem assento marcado e não há variação de preço se comprando na internet ou na hora. Se decidir pela internet, este tipo de bilhete só fica disponível para compra com 7 dias de antecedência ao dia da viagem.
Trem Regionale - de Veneza para Pádua

Trem Regionale - de Lucca para Florença
O trem tinha primeiro andar e era novo

Interior do Trem Regionale - 1ª classe

Interior Trem Regionale - de Poggibonsi para Florença

Interior Trem Regionale - de Lucca para Florença
O trem tinha primeiro andar e era novo

Interior Trem Regionale - de Lucca para Florença
Fomos no primeiro andar
Nós compramos nossas passagens quando chegamos na Itália, a medida que íamos cumprindo nossa programação, nas máquinas que ficam espalhadas na estação de trem. Só precisamos ir à bilheteria para comprar o trecho Florença – Roma porque o sistema dos trens “Freece”, nos terminais, neste dia, estava fora do ar.

Aqui cabe um comentário: nas estações foi comum ver pessoas oferecendo ajuda aos turistas para utilizar a máquina para comprar passagem. Não aceite essa ajuda – pois fomos informados que muitas dessas pessoas estão ali para pedir dinheiro ou até mesmo roubar os turistas. Inclusive este aviso era dado pelo sistema de som da estação de trem e os guardas estavam sempre circulando e retirando-as da estação. Cuidado......se tiver dúvidas para utilizar as máquinas, procurar um funcionário uniformizado ou ir direto na bilheteria.






As máquinas são super simples de utilizar, podendo comprar com dinheiro (dá troco) ou cartão. Você escolhe a língua para as instruções da tela e vai seguindo o passo a passo: escolhe a origem e o destino da viagem, o dia da viagem, o horário e trem entre as opções disponíveis, classe, quantidade de passagem e forma de pagamento. Após a efetivação do pagamento, os bilhetes são impressos na hora. 
Loja de Trenitalia na estação Venezia Santa Lucia

Máquina par compra de bilhetes no saguão da estação Firenze Santa Maria Novella
As cidades estão sempre em italiano: lembrar que Veneza é Venezia, Florença é Firenze, Pádua é Padova, etc.... Algumas cidades tem mais de uma estação de trem, então atentar para este detalhe. Por exemplo: Veneza tem duas estações: a Venezia Mestre (que fica no continente, no bairro Mestre) e a Venezia Santa Lucia (que fica na ilha, no centro histórico); Florença também tem duas estações: a Firenze Santa Maria Novella (que fica no centro da cidade – perto dos principais pontos turísticos) e a Firenze Campo di Marte (que fica no subúrbio). Em Roma, a estação mais utilizada por turistas é a Termini, que inclusive faz ligação com o metro.

Os trens regionais tem opções de classe: primeira e segunda classe. Não vale a pena pagar mais caro pela primeira classe, pois os trechos são rápidos e não há “essa” diferença entre as classes. Até compramos um trecho na primeira classe para avaliarmos...mas não compensou....a única diferença era que o vagão era exclusivo para os bilhetes de primeira classe e o assento um pouco maior. Para os trens tipo “Freece” as variações de classe são maiores (consultar o site para saber mais), mas compramos a mais barata mesmo (inclusive por indicação da própria funcionária da Trenitalia) e o vagão e assento eram super confortáveis e limpos.
Interior Trem Regionale - 1ª classe

Interior Trem de alta velocidade tipo Freece - classe econômica

Um detalhe importante: os bilhetes dos trens regionais podem ser utilizados em até 60 dias após a sua aquisição. Por isso não vem a informação do dia, hora e trem impressa no bilhete (foto abaixo). Ou seja, é possível viajar em qualquer trem, em qualquer horário, dentro deste período, para o percurso comprado. Por isso não tem assento marcado, podendo inclusive viajar em pé, se o trem estiver muito cheio. Já nos trens tipo “Freece” todas as informações estão impressas no bilhete (foto abaixo), ou seja, só pode viajar no trem comprado.






Não esquecer: para os trens regionais (sem assento marcado) é necessário validar o bilhete, antes de entrar no trem, em pequenas máquinas verdes (foto ao lado) espalhadas na estação de trem. Após esta validação, deve-se utilizar o bilhete em até 6 horas. Se não validar e, durante a viagem, o fiscal passar verificando os bilhetes, paga uma multa alta. Nos trens tipo “Freece” esta validação não é necessária (pois os assentos são marcados e só pode viajar no trem comprado).









Informações úteis:
- plataforma de embarque chama-se “binario”.
Identificador da plataforma - letreiro com o número da plataforma e dados do trem

Identificador da plataforma - apenas o número da plataforma

Identificador do local onde o vagão do trem de alta velocidade tipo Freece irá parar - letreiro com o número do vagão

- no bilhete não consta o número da plataforma de embarque, tem que consultar no painel/letreiro de informações da estação de trem.

- no painel/letreiro de informações consta o destino final do trem (e seu destino pode ser no meio do percurso), portanto é importante saber qual o número do trem que irá pegar para se dirigir à plataforma correta.

- alguns trens não tem sistema de som ou painel luminoso para ir informando o nome das estações onde está parando. Ficar atento para a estação onde vai descer, pois o trem fica pouquíssimo tempo parado na estação. A dica é saber o percurso que o trem vai fazer para ir acompanhando as estações.
Letreiro no interior do trem indicando a próxima parada

Letreiro no interior do trem indicando as próximas paradas
Placa com o nome da estação de trem - onde o trem vai parando

Placa com o nome da estação de trem - onde o trem vai parando

- os trens tem maleiro em cima das cadeiras ou locais próprios para bagagem no início de alguns vagões. Como o trem fica pouco tempo parado em cada estação, deixar a bagagem em local de fácil acesso para não se atrapalhar na hora do desembarque.


A avaliação final foi super positiva. Os trens nos atenderam perfeitamente, tanto é que fizemos nossa viagem utilizando apenas os trens entre as cidades (não alugamos carro). Andamos em vários tipos de trem: simples, de primeiro andar, veloz, mais velho, mais novo....todos atenderam nossas necessidades, foram pontuais (tinha lido que os trens na Itália eram impontuais.....não tivemos este problema) e vazios (apenas o trecho entre Pádua – Florença estava cheio, mas como era com  assento marcado, não houve problema).

No próximo post, contarei (aqui) nossa experiência nos hoteis da Itália.

Cheiros.

terça-feira, 7 de julho de 2015

ITÁLIA – Viagem dos Sonhos

Férias...enfim chegou o tão esperado período do ano. E também a comemoração pelos 15 anos de casamento....uhuhuhu....Roteiro decidido, passagens compradas, hotéis reservados, lá fomos nós.......para a Itália.
Por do sol em Veneza
Vou contar nossa viagem aos poucos, por cidade, mas quero deixar alguns comentários sobre a viagem:

Passamos 12 dias efetivos na Itália:
- 02 dias em Veneza
- 05 dias em Florença (sendo 3 dias para visitar cidades próximas, no esquema bate-volta)
- 05 dias em Roma

Além destas cidades, onde ficamos hospedados, conhecemos também: Pádua, Siena, Pisa e Lucca, no esquema de bate-volta.
Florença
Na nossa programação original estava previsto conhecermos San Gimignano, mas por falha na informação que recebemos sobre o ônibus que liga a cidade de Siena à cidade de San Gimignano, fomos parar no lugar errado e não dava mais tempo de voltar. Também não conhecemos Assis, que estava no nosso planejamento, pois como a cidade fica “fora de rota”, entre Florença e Roma, gastaríamos um tempo enorme no deslocamento para passar poucas horas na cidade, além de chegar a noite em Roma (o que não queríamos por conta do deslocamento interno com malas – estação de trem + metro + caminhada até o hotel). Mas imprevistos acontecem....o importante é não perder o bom humor....de preferência com uma taça de vinho na mão....kkkk
 

Para a Itália não é necessário visto, e como fizemos conexão em Lisboa – nossa porta de entrada/saída na Europa – não houve necessidade do processo de imigração na Itália, apenas na entrada e saída em Portugal. O que achei estranhíssimo, diga-se de passagem (entramos e saímos da Itália sem mostrar o passaporte....eu hein???).

Mas vamos lá...Itália...país que é um verdadeiro museu a seu aberto....uma banho de cultura...de vinhos deliciosos......lindo. Adorei a viagem (sendo bem sincera, snif snif, não achei Roma essa “cocada” toda....apesar de ser muito bonita, mas isso fica para o post sobre Roma).

Ficou um gostinho de quero mais em Veneza, de conhecer Assis que ficou fora do roteiro, e também a vontade de fazer um roteiro de carro pela Toscana (incluindo aqui San Gimignano)...quem sabe na comemoração dos 30 anos de casamento....kkk

Os pontos negativos da viagem foram o descaso com a conservação/limpeza de muitos monumentos (principalmente praças e fontes em Roma) e a falta de folders com mapa, história, curiosidades, etc, além de placas de identificação dos locais/monumentos (como por exemplo: no panteão, coliseu, fórum romano, palatino, igrejas, etc....). Isso atrapalha a visita, pois se não tiver lido sobre o local com antecedência, fica completamente perdido, e não aprecia completamente a história e sua beleza. Talvez a crise econômica que o país enfrenta tenha contribuído para este “descaso” com questões ligadas ao turismo. Não sei.....mas fica a dica: levar um guia sobre a Itália ou, pelo menos, ler um pouco sobre as cidades e atrações.





Nós levamos o guia turístico da Folha de São Paulo (foto abaixo) que ajudou bastante – apesar de ser bem resumido – e sempre dávamos uma pesquisada na internet sobre as atrações que visitaríamos no dia seguinte.

Uma coisa importantíssima de avisar: na maioria das igrejas não é permitido entrar com roupas curtas e decotadas (vimos várias pessoas serem barradas....principalmente mulheres de shorts). Algumas igrejas fornecem um pedaço de tecido (aquele fininho...acho que se chama “tnt”) para cobrir os ombros ou pernas, mas não são todas...então vale o lembrete: nos dias de visitar igrejas, não vestir short, mini saia ou blusa muito decotada ou tipo “tomara que caia”.
Vista do Castelo de Santo Ângelo em Roma
E também um agradecimento especial para alguns blogs de viagem que ajudaram bastante na montagem do nosso roteiro, com dicas valiosíssimas, curiosidades e indicações de passeios e hotéis. Foram eles: wazariblog.com, viajenaviagem.comturistaprofissional.com, paraviagem.com.br, toindoparaaitalia.blogspot.com.br, turomaquia.com, roteirosdalu.com e dicasderoma.com.br. Valeu demais.... JJJ

No próximo post, contarei nossa experiência nos trens da Itália (leia aqui).


Cheiros.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Machu Picchu – Dicas

Chegamos ao fim da minha viagem a Cusco e Machu Picchu.

Espero que vocês tenham gostado.

Para encerrar, relacionei algumas dicas que me foram úteis e, quem sabe, podem ajudar alguém:

ü  Ao chegar em Cusco – chá de coca e dormir por algumas horas.

ü  Nada de comida pesada nem bebida alcoólica no primeiro dia (preferir uma sopinha).

ü  Não exagerar na comida, pois a digestão é super lenta.

ü  Não exagerar na bebida alcoólica, pois “pega” mais rápido.

ü  Tomar muito chá de coca durante a viagem (pode também mascar a folha da coca ou chupar as balas de coca).


ü  Beber bastante água, bastante, bastante mesmo.

ü  Se precisar, comprar o remédio “Sorojchi Pills” e a bombinha de oxigênio “Oxishot” (vi vendendo no aeroporto), para reduzir os efeitos do soroche ou mal da altitude.

ü  Experimentar o milho (maíz) cozido com queijo (na verdade não comi o queijo, apenas o milho), os grãos de milho torrado e as rodelinhas de banana (habbas) torrada. Delícias.....


ü  Se tirar fotos com as senhoras/crianças vestidas a caráter e segurando lhamas, tem que dar uma gorjeta (chamada de “propina”) – pode ser 1, 2 ou 5 soles, não tem valor definido. Não esquecer de andar com moedas para esta finalidade, pois muitas destas pessoas sobrevivem com as gorjetas dos turistas.


ü  Sempre levar um agasalho (mesmo que fino), pois o vento é bem frio, principalmente em Sacsaywaman.

ü  Sempre ter papel higiênico na bolsa, pois nos pontos turísticos há banheiros (alguns pagando 1 ou 2 soles) mas quase nunca há papel.

ü  Sopa é água com legumes, carne ou galinha (se quiser caldo, pedir Crema).

ü  Itens que não podem faltar na mochila quando for subir para Machu Picchu: repelente, protetor solar, água, lanchinho, chapéu, casaco/capinha de chuva e câmera fotográfica.

ü  Carimbar seu passaporte, como lembrança, na entrada de Machu Picchu (você mesmo pode fazer isso).


ü  Há guarda-volumes e banheiros na entrada de Machu Picchu, porém são pagos. Não tem banheiro dentro do parque (mas pode entrar e sair quantas vezes quiser, basta apresentar o ingresso e passaporte).


ü  Voltar no lado direito do trem que é o lado do Rio Urubamba, pois a paisagem é linda.


Até a próxima aventura.

Cheiros.